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Notícia

Varejo maranhense cresce 2,5% em agosto e atinge melhor resultado da série histórica

O volume de vendas do comércio varejista no Maranhão avançou 2,5% em agosto de 2023 em relação ao mês anterior, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o terceiro resultado positivo consecutivo, colocando o estado na segunda posição nacional em crescimento, atrás apenas do Rio Grande do Norte (2,6%). As informações integram a Nota do Comércio Varejista, divulgada nesta segunda-feira (3) pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc). A publicação bimestral apresenta uma análise detalhada do setor, reunindo indicadores de vendas, inadimplência, abertura de empresas, crédito e uso do Pix. Com o desempenho de agosto, o Maranhão alcançou o melhor patamar de vendas desde o início da série histórica da PMC, em 2000. No acumulado de janeiro a agosto, o varejo maranhense cresceu 1,6% em relação ao mesmo período de 2022, sinalizando recuperação e dinamismo econômico. “O resultado reflete o fortalecimento da economia, impulsionado por datas comemorativas, geração de empregos e avanço das transações digitais. Esses indicadores demonstram o dinamismo do setor”, destacou o presidente do Imesc, Dionatan Carvalho. Parte do bom desempenho é explicada pelo aumento do consumo no Dia dos Pais. De acordo com pesquisa da Fecomércio/MA, a movimentação financeira real esperada em São Luís foi 4,3% superior à registrada em 2022, contribuindo para aquecer as vendas. O crescimento também se refletiu na geração de empregos. Entre janeiro e agosto de 2023, o comércio maranhense criou 6,1 mil vagas formais, um aumento de 3,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme dados do Novo Caged. Outro destaque foi o avanço das operações via Pix entre pessoas jurídicas. Somente em agosto, foram realizadas cerca de 104,9 mil transações, alta de 25,7% frente a julho, movimentando R$ 19,2 bilhões. O resultado evidencia a crescente digitalização das atividades comerciais no estado. O material completo pode ser acessado no site do Imesc (www.imesc.ma.gov)

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Imesc divulga Relatório anual do Painel da Mulher

Nesta sexta-feira (31), o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos do Maranhão (IMESC) divulgou o Relatório anual do Painel da Mulher, com foco na Dimensão Educação. A publicação apresenta a evolução de indicadores educacionais da população feminina do Maranhão, reunindo indicadores de alfabetização, nível de escolaridade e matrículas, provenientes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP.Entre os principais resultados, destaca-se a universalização da alfabetização feminina entre jovens de 15 a 29 anos, que alcançou 99,3% em 2024, aproximando-se da média do Nordeste (99,4%) e do Brasil (99,6%), segundo os dados do IBGE. Já a taxa de analfabetismo da população feminina de 15 anos ou mais apresentou redução: de 16,6% em 2012 para 9,8% em 2024, a maior queda verificada no país (-6,7 p.p).Em relação ao nível de escolaridade, o Maranhão registrou avanços na conclusão do ensino médio entre as mulheres de 18 a 24 anos, com crescimento de 9,5 pontos percentuais entre 2012 e 2024 (de 42,0% para 51,5%). No entanto, o acesso ao ensino superior ainda representa um desafio: apenas 3,7% das mulheres dessa faixa etária concluíram a graduação em 2024. Entre a população feminina de 25 anos ou mais, o percentual de mulheres com ensino superior completo subiu de 3,6% em 2012 para 7,9% em 2024.As matrículas femininas também apresentaram mudanças. Na educação profissional, o número de mulheres matriculadas mais que dobrou entre 2013 e 2024, com crescimento de 155,9%, conforme os dados do INEP. No ensino superior, as mulheres representaram a maioria dos estudantes (61,5%) no Maranhão, colocando o estado na 8ª posição entre as maiores participações femininas do país.“Os avanços observados na educação feminina maranhense refletem o impacto positivo das políticas públicas de inclusão e permanência escolar, fundamentais para a promoção da igualdade de gênero e o desenvolvimento social”, destacou o presidente do IMESC, Dionatan Carvalho.O relatório completo está disponível no site oficial do IMESC. É possível também acessar o Painel da Mulher, com os dados utilizados na análise, por meio do link

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Boletim de Conjuntura apresenta panorama da economia maranhense no 2º trimestre de 2025

O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC) divulgou, nesta quinta-feira (16), o Boletim de Conjuntura Econômica Maranhense referente ao segundo trimestre de 2025. A publicação trimestral tem o objetivo de analisar a dinâmica da economia do Maranhão e oferecer perspectivas de curto e médio prazos, abordando temas cruciais como Produto Interno Bruto (PIB), relações internacionais, comércio exterior, inflação, finanças públicas e mercado de trabalho. O boletim apresenta o cenário internacional e nacional, apontando que o Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou a projeção de crescimento econômico global para 3,0% em 2025. No âmbito nacional, o PIB brasileiro avançou 0,4% no segundo trimestre de 2025 em relação ao trimestre anterior, totalizando cerca de R$ 3,2 trilhões. Na comparação interanual (frente ao mesmo período de 2024), o crescimento nacional foi de 2,2%. Pela ótica da Oferta, destacaram-se a Agropecuária (+10,1%) e as Indústrias Extrativas (+8,7%). Nesse cenário, a expectativa de crescimento para a economia brasileira em 2025 foi revisada para 2,3%. A economia maranhense demonstrou um desempenho positivo, com o PIB crescendo 5,2% no segundo trimestre de 2025 na comparação interanual, acumulando uma alta de 3,7% até junho. Devido a essa performance, a projeção de crescimento do PIB para o Maranhão em 2025 foi revisada para 3,4%. O principal motor desse crescimento foi o setor da Indústria, que registrou um incremento de 21,1% no 2º trimestre de 2025, com destaque para a Construção, Indústria de Transformação e Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP), e tem uma projeção de crescimento anual de 3,3%. O setor Agropecuário também contribuiu, com alta de 6,7% no acumulado até o segundo trimestre, impulsionada pela expressiva safra de grãos, e tem uma perspectiva de crescimento anual de 9,6%. O setor de Serviços maranhense, por sua vez, apresenta uma perspectiva de crescimento de 2,1% em 2025. Em relação às finanças públicas, o investimento público no estado totalizou R$ 2,8 bilhões de janeiro a agosto de 2025, representando um crescimento de 43,1% em valores reais. No mercado de trabalho, a taxa de desocupação no Maranhão recuou para 6,6% no segundo trimestre de 2025, o que representa uma redução de 0,7 p.p. em relação ao ano anterior. O estado manteve a menor taxa de desemprego do Nordeste, juntamente com o Ceará. Em relação ao emprego formal, foram criados 20,8 mil postos de trabalho nos primeiros sete meses de 2025. O setor de Serviços liderou a criação de vagas formais, com 10.667 vínculos, seguido pelo Comércio (+4.663) e Construção (+3.071). Adicionalmente, São Luís registrou deflação de 0,27% no IPCA em agosto de 2025, e o acumulado de janeiro a agosto ficou em 2,60%, valor abaixo da média nacional. O Boletim completo está disponível no site do IMESC (www.imesc.ma.gov.br), com informações detalhadas sobre crédito, financiamento imobiliário e investimentos públicos e privados no estado.

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IMESC lança nota técnica sobre atividade pesqueira no município de Raposa

Com o objetivo de apresentar informações sobre uma das principais atividades econômicas do município de Raposa, o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC) lançou, neste domingo (12), a Nota Técnica “Atividade Pesqueira na Ilha do Maranhão: Município de Raposa”.A publicação traz um panorama detalhado da pesca artesanal na região metropolitana de São Luís, reunindo dados sobre produção do pescado, características socioeconômicas dos trabalhadores da pesca, tipos de petrechos utilizados, principais espécies desembarcadas e dinâmica dos portos locais.O estudo contribui com os objetivos do Plano Plurianual do Governo do Maranhão, no eixo Educação Ambiental e Desenvolvimento da Pesca e Aquicultura, e com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 14 — Vida na Água.“A Nota Técnica reúne informações fundamentais para compreender a realidade da pesca artesanal no estado e subsidiar o planejamento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável do setor”, destacou Dionatan Carvalho, presidente do IMESC.Os resultados foram organizados em painéis interativos (dashboards), que facilitam a visualização e a análise dos dados, otimizando o processo de tomada de decisão na gestão pesqueira. O painel apresenta informações sobre a produção em períodos de safra e entressafra, espécies capturadas, preços praticados no mercado local e perfil socioeconômico dos pescadores.O levantamento evidencia a relevância econômica e social da pesca artesanal para o município de Raposa e para o estado do Maranhão, oferecendo subsídios para o fortalecimento da gestão municipal e a valorização dos pescadores locais.O painel interativo com os resultados da pesquisa pode ser acessado pelo link

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IMESC lança plataforma de Monitoramento do Zoneamento Ecológico-Econômico do Maranhão

O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), em reunião com a Comissão Estadual do Zoneamento Ecológico-Econômico do Maranhão (ZEE-MA), apresentou oficialmente a nova plataforma de monitoramento do ZEE-Maranhão, a ferramenta, pioneira no país é voltada ao acompanhamento de indicadores ambientais e socioeconômicos.A reunião realizada no dia 01 de outubro na sede do Instituto, conduzida pelo presidente do IMESC, Dionatan Carvalho, teve como foco demonstrar as funcionalidades da plataforma, os indicadores já implementados e as bases de dados integradas, além de submeter sua aprovação à comissão para implantação definitiva.Durante o encontro, Dionatan destacou a trajetória do ZEE no Maranhão, desde o macrozoneamento, iniciado na década de 2010, até as leis estaduais dos biomas Amazônico (LEI Nº 11.269/2020) e Cerrado (LEI Nº 11.734/2022). Ele ressaltou, também, que o estado é o primeiro no Brasil a desenvolver uma ferramenta própria de monitoramento.“O ZEE é um instrumento estratégico que orienta o uso equilibrado do território, conciliando preservação ambiental, produção e inclusão social. A criação dessa plataforma representa um avanço significativo, pois permitirá o acompanhamento contínuo dos indicadores, a integração de bases de dados e a transparência das informações para toda a sociedade”, declarou Dionatan.A reunião também contou com a leitura da ata da primeira reunião da Comissão Estadual em 2025, e com uma apresentação técnica feita pelos chefes dos Departamentos de Estudos Territoriais e de Estudos Ambientais, Vitor Raffael e Bruno Silva, respectivamente, que demonstraram os mapas dinâmicos da plataforma desenvolvidos em ArcGIS. Na ocasião, também foram apresentados painéis interativos sobre queimadas, desmatamento e conflitos fundiários, com dados específicos por município, ano, bioma e zonas do ZEE.A plataforma de monitoramento, reúne três camadas principais de informação: acompanhamento de ações governamentais, painel de indicadores e base cartográfica, que permitem consultas e cruzamentos de dados via Power BI e sistemas de geoprocessamento.Hauanen Araújo, assessora e coordenadora técnica do ZEE-MA, apresentou o andamento da integração das bases de dados dos biomas Amazônico e Cerrado, informando que 16 dos 24 mapas previstos já foram integradosA implantação da plataforma foi aprovada pela Comissão, que reconheceu que o sistema já dispõe de subsídios suficientes para funcionamento. Dionatan Carvalho agradeceu o engajamento dos representantes das instituições e reforçou o compromisso do IMESC com o aprimoramento contínuo da ferramenta, que contribuirá para o planejamento territorial, a gestão ambiental e o desenvolvimento sustentável do Maranhão.Participaram da reunião representantes do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA), Secretaria de Estado da Indústria e Comércio (SEINC), Secretaria de Estado da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAGRIMA), Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão (FAEMA), Secretaria de Estado da Pesca (SEPA), Secretaria Geral da Governadoria (SEG), Secretaria de Estado da Igualdade Racial (SEIR), Secretaria de Estado da Infraestrutura (SINFRA), Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHPOP), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Maranhão (FETAEMA).

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