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Volume de vendas do varejo restrito maranhense em agosto de 2018 cresce 9,6%

O volume de vendas do varejo restrito maranhense cresceu 9,6% em agosto deste ano. Na comparação com os últimos 12 meses, o indicador registrou alta de 5,6%. É o que aponta a Nota de Comércio Varejista divulgada pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) esta semana. A análise completa da Nota encontra-se disponível no site do Imesc, pelo link: https://imesc.ma.gov.br/nota-de-comercio-varejista-v-4-n-3-maio-jun-2018. De acordo com o economista Erivam Rabelo, chefe de divisão de conjuntura econômica do Imesc, os recursos extras em circulação “revigoraram o dinamismo do comércio, acelerando a expansão do volume de vendas”. Em relação ao varejo ampliado, a nota aponta que o volume de vendas apresentou expansão de 9,4% em agosto de 2018, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, enquanto que, comparando agosto de 2018 com julho do mesmo ano, houve um aumento de 2,6%. O crescimento também é observado no acumulado de 12 meses do volume de vendas do varejo ampliado, que aumentou em 8,6%. Os dados revelam que o ajuste dos preços relativos, tais como inflação e a taxa de juros, vem contribuindo para a retomada da economia brasileira, o que reflete na recuperação no volume de vendas do varejo maranhense – já observado desde 2017. Em relação ao endividamento, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência realizada pela CNC/Fecomércio-MA em São Luís no mês de setembro apontou que 21,4% dos consumidores endividados informaram possuir contas em atraso – este é o menor nível dos últimos 57 meses, com uma queda de 16,73% em relação ao mês anterior. A pesquisa apontou a importante redução de 30,14% na variação mensal daqueles que afirmam que não terão condições de pagar suas contas, levando o indicador de inadimplência futura a alcançar 9,5% dos consumidores endividados no município de São Luís. Comércio Varejista Nacional De acordo com a nota, baseada nos dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de vendas físicas do comércio varejista restrito em agosto de 2018 contra o mesmo mês em 2017 cresceu em 4,1%. Nos últimos 12 meses, o volume de vendas subiu 3,3%. Nota de Comércio Varejista A nota de Comércio Varejista é um dos produtos do Boletim de Conjuntura Econômica, que analisa o comportamento do comércio varejista por meio dos dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE e das pesquisas de Endividamento e Inadimplência e Intenção de Consumo das Famílias Ludovicenses, ambas realizadas pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio/MA).

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Abertura do XXIII Encontro Anipes reúne pesquisadores de todo país no Maranhão

Com apoio do Governo do Estado, o Maranhão recebe nesta quinta-feira (08) pesquisadores de todo o país na cerimônia de abertura do XXIII Encontro da Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (ANIPES). A abertura oficial do evento ocorrerá no Auditório do Palácio dos Leões, em São Luís, a partir das 9h, com a presença do presidente do Imesc, Felipe de Holanda, do presidente da ANIPES, Júlio Miragaya e dos economistas Marcelo Virgínio de Melo e Aristides Monteiro. O evento iniciou nesta quarta-feira (7), com oficinas nas áreas de cartografia e contas regionais. O encontro conta com uma ampla programação, com atividades expositivas de troca de experiências, através de mesas redondas, apresentação de trabalhos e oficinas, a partir do tema “Novos Horizontes para as Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística do Brasil”. Além do Palácio dos Leões, o encontro ocorrerá, ainda, em outros pontos de São Luís, a exemplo do Casarão Tech, localizado no Centro Histórico da capital maranhense, além da sede do Imesc, no bairro do Renascença. Para o economista Felipe de Holanda, presidente do Imesc e vice-presidente da Anipes, o evento será “palco de uma intensa troca de informações e experiências na área do planejamento, da demografia, das contas regionais e das políticas de desenvolvimento de uma forma geral”. A analista geógrafa da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan-DF), Patrícia Alves, que ministrou a oficina de Cartografia: Geoestatística e QGiz, fala da importância do tema. “Os participantes receberam muito bem a oficina. É muito importante ter as pessoas do governo interessadas em discutir como tratar os dados estatísticos e como espacializar essas informações”, explica. Ao todo, são esperados mais de 100 participantes, dentre pesquisadores e técnicos das instituições de pesquisa e estatística de todo o Brasil. A programação completa está no site do evento: http://encontro2018.anipes.org.br/. ANIPES A Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (ANIPES) foi fundada em 1999, por iniciativa de órgãos estaduais, para discussão de temas no campo das atividades de produção e análise de informações, tendo como objetivo subsidiar o planejamento governamental e permitir o acompanhamento da conjuntura social e econômica no Brasil. Atualmente, são 29 instituições filiadas, de todo o Brasil, reunindo instituições com diferentes naturezas organizacionais – fundações, autarquias e da administração direta e indireta – e âmbitos de governo – federal, estadual e municipal. Por meio de encontros anuais, eventos regionais, cursos de capacitação de curta duração, Boletim de Estatísticas Públicas, projetos em rede entre outras iniciativas, as instituições filiadas têm a oportunidade de trocar experiências de pesquisas, compartilhar metodologias, capacitar suas equipes técnicas e desenvolver atividades em parceria técnica entre si e com o IBGE, Ipea, Ministérios, além de outras organizações no país e no exterior, com o intuito de colaborar com o aperfeiçoamento do Sistema Estatístico Nacional.

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Boletim de Conjuntura avalia cenário econômico maranhense no terceiro trimestre de 2018

O Governo do Maranhão lançou nesta quinta-feira (1º), o Boletim de Conjuntura Econômica do Maranhão, referente ao terceiro trimestre de 2018.  O relatório, que analisa a conjuntura econômica do Estado a cada três meses, é produzido pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC). A Versão Completa do Boletim de Conjuntura pode ser acessada no link. O Boletim de Conjuntura Econômica tem por objetivo subsidiar gestores públicos, universidades, tomadores de decisão, potenciais investidores e interessados em geral, com informações sobre a dinâmica da atual economia maranhense.  Nesta edição, o Boletim toma como base o panorama das Economias Internacional, Nacional e, sobretudo, a Maranhense. Entre as dinâmicas econômicas avaliadas, o documento analisa indicadores de Nível de Atividades, tais como o PIB, a Balança Comercial; o Mercado de Trabalho e as Finanças Públicas.  Na parte final do documento, são apresentados os indicadores disponíveis acerca da Economia Maranhense: O Nível de Atividade Econômica do Estado é analisado por meio de indicadores da Produção Agrícola, Financiamento Imobiliário, Comércio, Endividamento e Inadimplência, Serviços, Investimentos e Produto Interno Bruto Maranhense.  Com uma ampla base de informações, o Boletim de Conjuntura Econômica do Maranhão destina-se aos gestores e técnicos governamentais das mais diversas áreas, aos empresários, trabalhadores e potenciais investidores, aos acadêmicos e pesquisadores, assim como ao público interessado em geral. Cenário Maranhense Apesar da revisão para baixo na produção estadual de grãos, a expectativa é que o resultado de 2018 supere o do ano anterior, sendo estimada em 4.472 mil toneladas, crescimento de 1,0% em comparação com a safra de 2017.  Em relação ao comércio, dados do IBGE mostram que o Volume de Vendas do varejo maranhense apresentou alta de 0,2% na variação mensal, mas caiu 1,6 ponto percentual em relação ao mês anterior no comparativo com ajuste sazonal. Já em relação ao mercado de trabalho, o boletim mostra a retomada do emprego formal no Estado. De acordo com o estudo, o Maranhão já soma 9,2 mil contratações líquidas no acumulado de 2018, enquanto que a Taxa de Desocupação foi de 14,3% no segundo trimestre de 2018, marcando um recuo de 1,3 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior.

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