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Notícia

Governo promove Diálogos Metropolitanos do PDDI da Grande São luís

O Governo do Estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid), em parceria com o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos do Maranhão (Imesc) e a Agência Estadual Metropolitana (Agem), realiza, na próxima quinta-feira (22), o primeiro Encontro para os Diálogos Metropolitanos do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI), na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). O encontro tem como objetivo aproximar a comunidade acadêmica das discussões sobre o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana da Grande São Luís (PDDI-RMGSL). Ao todo serão seis encontros, em visitas a universidades públicas e privadas da região. Na UEMA, serão discutidos os eixos de desenvolvimento ligados aos temas territorial, sociodemográfico e econômico. A Região Metropolitana da Grande São Luís (RMGSL), regida pela Lei Complementar Estadual nº 174/2015, abrange 13 municípios: Alcântara, Axixá, Bacabeira, Cachoeira Grande, Icatu, Morros, Paço do Lumiar, Presidente Juscelino, Rosário, Raposa, São José de Ribamar, Santa Rita e São Luís. Com uma população de 1.590.138 habitantes. O Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI), visa construir um processo de planejamento metropolitano, envolvendo as cidades que compõem a Região Metropolitana da Grande São Luís, com participação dos órgãos de gestão municipal, estadual e federal, contando com o apoio da sociedade civil organizada em seus movimentos sociais, associações empresariais e populares. Como resultado, espera-se ampliar a participação da sociedade civil na construção do PDDI da RMGSL.  Na UEMA, o encontro será realizado às 9h, no Auditório do CCSA, Campus Paulo VI.

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Dirigentes da Anipes divulgam carta em defesa dos institutos de pesquisa, planejamento e estatística

Como resultado dos três dias de debates do XXIII Encontro anual da ANIPES, na cidade de São Luís do Maranhão, presidentes e gestores dos Institutos de Planejamento, Pesquisa e Estatística Brasileiros, tendo em vista as discussões e deliberações do Encontro, elaboraram a “Carta de São Luís”. A carta tem como objetivo chamar atenção para os grandes desafios e oportunidades que se colocam para as instituições de pesquisa, planejamento e estatística e para o sistema de planejamento brasileiro. O documento defende três propostas principais: o apoio ao sistema estatístico e de planejamento do país em sua agenda de utilização das modernas tecnologias e meios de telecomunicação a serviço do melhor conhecimento do território brasileiro; a defesa da integralidade e tempestividade dos recursos para o Censo Demográfico 2020; e a reabertura imediata dos Institutos de Pesquisa da Paraíba (IDEME) e do Rio Grande do Sul (FEE), com retomada dos projetos e pesquisas interrompidos precocemente. A Carta de São Luís pode ser lida integralmente por meio do link:

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Governo promove encontro nacional de pesquisadores e discute temas estratégicos para o desenvolvimento do país

Nos últimos três dias, São Luís foi palco do maior encontro de institutos de pesquisa do país, sediando o XXIII Encontro da Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (ANIPES). Entre os dias 7 e 9 de novembro, economistas, geógrafos e demais pesquisadores e técnicos das instituições de pesquisa e estatística de todo o Brasil debateram questões do sistema nacional de planejamento e de informações, métodos e demandas para a continuidade das pesquisas e priorização do censo demográfico 2020. Sob o tema de “Novos Horizontes para as Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística do Brasil”, o encontro teve como foco o debate de temas estratégicos para o desenvolvimento do país. Para o presidente da Anipes, Júlio Miragaya, o encontro foi extremamente produtivo.  “Debatemos assuntos da maior relevância para todas as organizações que atuam no Brasil, nessa área de pesquisa, planejamento e estatística. Destaco a discussão sobre o futuro das instituições de pesquisa, planejamento e estatística do Brasil. Esse, com certeza, foi um momento muito rico, em que participaram cerca de 100 pessoas, oriundas de 20 estados da federação”, destaca o presidente da Anipes. Durante o encontro foram realizadas diversas oficinas e mesas de debates, além de reuniões da diretoria da Anipes. O anfitrião do evento, presidente do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), Felipe de Holanda, que também atua como vice-presidente da Anipes, destacou a reunião de balanço das atividades da Anipes. “Tivemos várias deliberações, em relação tanto à nossa programação de atividades técnico-científicas, quanto ao posicionamento político da entidade, assim como em relação aos cortes orçamentários, desmembramento e fechamento de instituições, e por fim, também a construção de uma rede de inteligência territorial em favor do planejamento”, avalia Felipe de Holanda. Outro tema de destaque do encontro foi a defesa da realização do Censo 2020, organizado pelo IBGE. “Defendemos a garantia da integralidade dos recursos para o Censo 2020, que devem começar a ser liberados em 2019 para que ele possa ser feito em 2020”, relata o presidente do Imesc. Mais de vinte instituições de todo o país estiveram presentes no encontro. Aldo Paviani, diretor de Estudos Urbanos e Ambientais da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), falou da importância da integração das instituições neste momento. “O encontro da Anipes aqui em São Luís está se revelando importante a medida em que as pessoas se encontram, trocam ideias e aprendem umas com as outras. O objetivo geral que percebi, foi o grande interesse das pessoas em cada palestra e oficina. É um marco importante para o Imesc e para o Governo do Maranhão, realizar esse encontro em um momento muito difícil que nós estamos atravessando, que precisa ser levada em conta na hora de qualquer política pública para o desenvolvimento regional”, explica. Paulo Jannuzzi, professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, foi um dos palestrantes do evento e destacou a necessidade de realização do encontro para as instituições de pesquisa. “Apresentamos a importância das estatísticas públicas no atual contexto brasileiro e que nós tivemos uma enorme expansão das políticas públicas. Reafirmamos a pertinência das estatísticas e o fortalecimento dos órgãos subnacionais de pesquisa, planejamento e estatística dentro dos estados”, conclui o professor. Durante o encontro foi definido o local do Fórum Anipes, que é uma reunião de trabalho da instituição, que ocorrerá no segundo trimestre do próximo ano em Salvador/BA. Como resultado dos três dias de debates, foi elaborada a Carta de São Luís, que defende: o fortalecimento das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística do Brasil; o aporte dos recursos necessários para a realização do Censo Demográfico 2030; a incorporação da Agenda 2030 nos instrumentos de planejamento e monitoramento governamentais; o desenvolvimento regional. No encerramento do evento, os participantes do XXIII Encontro da Anipes puderam desfrutar de uma apresentação cultural, com o grupo de bumba-meu-boi maranhense Nina Rodrigues, em um momento de congregação entre as instituições participantes.

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Em encontro com pesquisadores, Flávio Dino defende fortalecimento de institutos de pesquisa

O governador Flávio Dino participou, nesta quinta-feira (8), da abertura do XXIII Encontro da Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (ANIPES), realizada no auditório do Palácio dos Leões, em São Luís. Organizado pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), o evento reúne mais de 100 pesquisadores de todo o Brasil vinculados a órgãos estaduais e federais de produção e análise de dados. Flávio Dino defendeu o fortalecimento de institutos de pesquisa e estatística para o desenvolvimento do país. “Nós precisamos avançar no crescimento econômico, no desenvolvimento e só é possível fazer isso com ciência, com planejamento, com método. Esses institutos de pesquisa são fundamentais para que a gente possa ter condições de prognosticar aquilo que nós desejamos, que é um país mais justo”, frisou. Dino sublinhou o apoio político para o fortalecimento dos institutos e citou a experiência maranhense como exemplo. “É preciso apoiar esses institutos, como temos feito aqui no Maranhão com o Imesc, que desde o começo do mandato estamos investindo em reestruturação física e de recursos humanos”, garantiu. Sob o tema “Novos Horizontes para as Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística do Brasil”, o encontro trará discussões como o papel do sistema de planejamento para a evolução do país, formação de sistema nacional de informações, métodos de big data, demandas para a continuidade das pesquisas e priorização do censo demográfico 2020. Com mesas redondas, atividades expositivas e apresentação de trabalhos, o evento segue até sexta-feira (9). Para Flávio Dino, é o momento de reafirmar premissas para que o bom debate científico e acadêmico continue norteando o país. “Estamos em um momento de proteção e de defesa do patrimônio brasileiro. O primeiro passo de enfrentamento real dos problemas graves que assolam o Brasil é o reconhecimento das suas existências”, disse. “Encobrir as dificuldades ou tentar alterar metodologias é uma forma de manipulação ideológica. As instituições de pesquisa, planejamento e estatística precisam ser reafirmadas como sinais de luz, são produtoras da verdade tais como elas são”, afirmou o governador. Presidente do Imesc, Felipe de Holanda explicou o papel dos institutos para o planejamento do país. “Nós fazemos cálculo de Produto Interno Bruto (PIB), em convênio com IBGE fazemos projeções demográficas, temos pesquisas estruturais de comércio, da indústria e da agropecuária, reunimos e analisamos dados primários e secundários”, detalhou. “Um encontro como esse mostra a efetiva contribuição que esses institutos têm para o diagnóstico e avaliação das políticas públicas. Nos contrapomos a visões simplistas e equivocadas. Estamos nos dirigindo à sociedade e também aos governantes no sentido de garantir importantes programas de pesquisa”, acrescentou Felipe de Holanda. Na mesma linha, o presidente da Anipes, Júlio Miragaya, afirmou que o encontro demonstra que uma melhor qualidade da informação é fundamental para um planejamento de Governo. “Nós produzimos informações para a população. Se esse sistema de informações desaparece, o país perde muito em termos de planejamento”, declarou. Defesa do Censo 2020 As instituições também se reuniram para defender a realização do Censo 2020, organizado pelo IBGE, órgão de competência federal. Devido às restrições orçamentárias e financeiras suscitadas pela crise econômica no país, há um temor quanto à viabilização da pesquisa. Para Marcelo Virgínio, chefe da unidade Maranhão do IBGE, o censo demográfico é a reunião de dados e estatísticas mais importante produzida por qualquer país. “Todas as políticas públicas e informações demográficas provém do censo demográfico. Nós temos o censo mais barato e mais bem feito do mundo, em termos de metodologia e alcance. Governar sem informação não é governar. Nós fazemos política de Estado, e não de governo. Por isso temos essa preocupação com a realização desse importante investimento social”, assegurou. Sobre a ANIPES A Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (ANIPES) foi fundada em 1999, por iniciativa de órgãos estaduais, para discussão de temas no campo das atividades de produção e análise de informações, tendo como objetivo subsidiar o planejamento governamental e permitir o acompanhamento da conjuntura social e econômica no Brasil. Atualmente, são 29 instituições filiadas, de todo o Brasil, reunindo instituições com diferentes naturezas organizacionais – fundações, autarquias e da administração direta e indireta – e âmbitos de governo – federal, estadual e municipal. Por meio de encontros anuais, eventos regionais, cursos de capacitação de curta duração, Boletim de Estatísticas Públicas, projetos em rede entre outras iniciativas, as instituições filiadas têm a oportunidade de trocar experiências de pesquisas, compartilhar metodologias, capacitar suas equipes técnicas e desenvolver atividades em parceria técnica entre si e com o IBGE, Ipea, Ministérios, além de outras organizações no país e no exterior, com o intuito de colaborar com o aperfeiçoamento do Sistema Estatístico Nacional.

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Debate sobre os Novos Horizontes para as Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística do Brasil marcam abertura do XXIII Encontro da Anipes, em São Luís

A troca de informações e experiências entre pesquisadores e técnicos das instituições de pesquisa e estatística de todo o Brasil marcaram a cerimônia de abertura do XXIII Encontro da Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (ANIPES). Com a presença do governador Flávio Dino, o evento foi aberto oficialmente na manhã desta quinta-feira (8), no Auditório do Palácio dos Leões. Com apoio do Governo do Estado e realizado pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), o evento tem como foco principal o debate sobre os “Novos Horizontes para as Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística do Brasil”. Sobre o tema, o governador Flávio Dino analisou a importância dos institutos de pesquisa para o Brasil, dando ênfase ao trabalho realizado no IMESC desde o começo do mandato. “Nós precisamos avançar no crescimento econômico e no desenvolvimento. E só é possível fazer isso com ciência, com planejamento, com método. Estes institutos de pesquisa, todos vinculados a uma longa experiência que o Brasil tem a partir do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os institutos estaduais complementam e integram este sistema e são fundamentais pra que a gente possa ter condições de, de fato, prognosticar aquilo que nós desejamos, que é um país mais justo”, pontuou. “É preciso apoiar esses institutos. Temos feito isso aqui no Maranhão desde o começo do mandato, investindo na restruturação do IMESC, na sua estrutura física e nos recursos humanos, e vamos continuar esse processo pois acreditamos que o conhecimento é realmente a base do desenvolvimento”, acrescentou o governador. Para o economista Felipe de Holanda, presidente do Imesc e vice-presidente da Anipes, o evento tem o objetivo de “mostrar a qualidade dos trabalhos que estão sendo desenvolvidos”. Para ele, a força dos institutos de pesquisa está, também, “nas parcerias que são realizadas com instituições privadas e públicas, em todo o Brasil”. Assim como as parcerias, a troca de experiências é fundamental para um bom planejamento econômico para o país, segundo analisa o presidente da ANIPES, Júlio Miragaya. “Este é encontro é bom para debater, interagir e estabelecer cooperação entre os órgãos que estão aqui presentes, para que a estatística no país possa aumentar. Com isso, se terá uma melhor qualidade da informação que é fundamental para o planejamento do governo”, pontuou. A abertura oficial do evento contou, ainda, com a mesa de debates acerca do tema “Novos Horizontes para as Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística do Brasil”. Ontem (7), o encontro contou com oficinas nas áreas de cartografia e contas regionais, realizadas no Casarão Tech (Centro Histórico de São Luís).  Além do Palácio dos Leões, o encontro ocorrerá, ainda, em outros pontos de São Luís, a exemplo do Casarão Tech, localizado no Centro Histórico da capital maranhense, além da sede do Imesc, no bairro do Renascença. O encontro conta, ainda, com uma ampla programação, com atividades expositivas de troca de experiências, através de mesas redondas e apresentação de trabalhos. A programação completa está no site do evento: http://encontro2018.anipes.org.br/. ANIPES A Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (ANIPES) foi fundada em 1999, por iniciativa de órgãos estaduais, para discussão de temas no campo das atividades de produção e análise de informações, tendo como objetivo subsidiar o planejamento governamental e permitir o acompanhamento da conjuntura social e econômica no Brasil. Atualmente, são 29 instituições filiadas, de todo o Brasil, reunindo instituições com diferentes naturezas organizacionais – fundações, autarquias e da administração direta e indireta – e âmbitos de governo – federal, estadual e municipal. Por meio de encontros anuais, eventos regionais, cursos de capacitação de curta duração, Boletim de Estatísticas Públicas, projetos em rede entre outras iniciativas, as instituições filiadas têm a oportunidade de trocar experiências de pesquisas, compartilhar metodologias, capacitar suas equipes técnicas e desenvolver atividades em parceria técnica entre si e com o IBGE, Ipea, Ministérios, além de outras organizações no país e no exterior, com o intuito de colaborar com o aperfeiçoamento do Sistema Estatístico Nacional.

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