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Comércio varejista do Maranhão cresceu 2,0% em 2025

O comércio varejista do Maranhão fechou 2025 com um crescimento de 2,0% em relação a 2024, segundo dados da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, apurado pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), ficou acima da média nacional, que registrou alta de 1,6% no mesmo período. Com o desempenho, o setor acumula a quarta alta anual consecutiva no estado, após a retração observada em 2021.As informações constam na Nota do Comércio Varejista divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC). Publicada bimestralmente, a análise reúne indicadores como volume de vendas, inadimplência, endividamento das famílias, abertura de empresas e uso do Pix, oferecendo um panorama atualizado da dinâmica do comércio no Maranhão.Outro destaque do período foi o avanço das transações digitais. Dados do Banco Central do Brasil apontam que, apenas em dezembro de 2025, foram realizadas 106,6 milhões de operações via Pix destinadas a pessoas jurídicas no estado, um crescimento de 14,9% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, as transações para CNPJs somaram 958,8 milhões, movimentando R$ 205,2 bilhões, o que reforça a consolidação dos meios eletrônicos de pagamento no ambiente empresarial.O bom desempenho também foi acompanhado pelo fortalecimento da formalização. De acordo com a Junta Comercial do Estado do Maranhão (JUCEMA), entre janeiro e dezembro de 2025, foram registrados 24.390 novos estabelecimentos no segmento de comércio, evidenciando o dinamismo e a relevância do setor para a economia maranhense.Para os primeiros meses de 2026, a expectativa é de continuidade do crescimento do setor terciário, impulsionado pelo calendário festivo. O período de Pré-Carnaval e Carnaval no Maranhão, em janeiro e fevereiro, deve estimular atividades ligadas ao comércio e aos serviços. Por outro lado, o custo do crédito e o nível de endividamento das famílias são alguns dos fatores que podem impor limites ao consumo e moderar o ritmo de expansão. A Nota do Comércio Varejista está disponível na íntegra no site do IMESC (www.imesc.ma.gov.br).

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Maranhão encerra 2025 com saldo positivo de mais de 31 mil novos empregos formais

O mercado de trabalho no Maranhão apresentou um desempenho sólido ao longo de 2025. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), o estado encerrou o ano com um saldo positivo de 31.713 postos de trabalho com carteira assinada. O número é fruto de um movimento intenso na economia local, totalizando 290.702 admissões contra 258.989 desligamentos. Essas informações estão presentes na Nota de Mercado de Trabalho Maranhense, elaborada pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) e lançada na quarta-feira (04).Com esse resultado, o Maranhão consolidou o terceiro melhor desempenho relativo do Nordeste e o quinto melhor do país, fortalecendo um cenário de crescimento do mercado de trabalho maranhense, apesar de oscilações mensais. O material aponta que, entre os setores que mais contribuíram para o saldo positivo, o setor Serviços liderou com a criação de 17.158 vínculos. O desempenho foi impulsionado, principalmente, pelas atividades de Regulação das atividades de saúde, Educação, Serviços culturais e Outros serviços sociais, que somaram 4.080 novas vagas. Também se destacaram as Associações de defesa de direitos sociais, com 1.874 vínculos, e o Atendimento em pronto-socorro e unidades hospitalares para urgências, responsável por 1.464 postos de trabalho. O Comércio, logo em seguida, apresentou uma expansão relevante, com saldo positivo de 8.840 empregos formais. Nesse segmento, o destaque ficou para o setor de abastecimento, puxado sobretudo pelos Supermercados, que criaram 1.533 vagas, e pelo Comércio varejista de produtos farmacêuticos, com 683 novos vínculos. Na Construção, o Maranhão registrou a abertura de 3.824 postos de trabalho, com destaque para a Construção de edifícios, responsável por 1.976 vagas, e para obras de Estações e redes de distribuição de energia elétrica, que geraram 938 empregos. Já a Indústria completou o cenário positivo e contribuiu com 2.197 novos vínculos formais. Na contramão do crescimento geral, a Agropecuária apresentou retração, com redução de 301 postos de trabalho ao longo de 2025. Além disso, mesmo com o bom resultado anual, o mês de dezembro registrou saldo negativo de 4.084 empregos formais no estado, movimento considerado comum em função do encerramento de contratos temporários ao fim do ano. Apesar da oscilação no último mês, o balanço final de 2025 é considerado altamente positivo. O estoque total de trabalhadores com carteira assinada no Maranhão atingiu a marca de 690.489 vínculos, refletindo um mercado de trabalho mais robusto e uma economia estadual em processo de fortalecimento. A publicação completa pode ser acessada clicando aqui.

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Imesc lança Boletim de Conjuntura Econômica Maranhense com dados positivos da economia estadual

O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC) lançou nesta quarta-feira (14) mais uma edição do Boletim de Conjuntura Econômica Maranhense. O lançamento da publicação trimestral foi realizado, após uma coletiva de imprensa na sede do instituto. Durante o encontro, os principais resultados do estudo foram apresentados pelo presidente do IMESC, Dionatan Carvalho, e pelo chefe do Departamento de Conjuntura Econômica, Raphael Bezerra. Na ocasião, Dionatan Carvalho destacou que os números demonstram o avanço consistente da economia estadual. “Esse crescimento é resultado, entre outros fatores, da política de atração de investimentos e dos fortes investimentos em infraestrutura realizados pelo Governo do Estado, que tornam o Maranhão cada vez mais atrativo para novas empresas. As perspectivas são de manutenção de um ritmo de crescimento acima da média nacional, com ampliação do emprego e da renda”. A publicação apresenta um panorama atualizado do desempenho econômico do Maranhão, com destaque para o crescimento robusto da atividade econômica em 2025. De acordo com o boletim, a economia maranhense registrou crescimento de 4,2% no terceiro trimestre de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior, acumulando alta de 3,9% até setembro. Diante desse desempenho, a projeção de crescimento para o ano foi revisada para 4,0%, impulsionada principalmente pelo setor da indústria, que avançou 8,8% no terceiro trimestre, com expectativa de crescimento anual de 3,6%. A Agropecuária também apresentou resultados expressivos, com expansão de 19,2% no terceiro trimestre e de 9,1% no acumulado de janeiro a setembro, refletindo o bom desempenho da safra de grãos e o dinamismo da pecuária maranhense. No comércio exterior, as exportações do Maranhão somaram US$ 4,7 bilhões até novembro, mantendo o complexo soja como principal produto exportado. Já os investimentos públicos cresceram 40,7% no acumulado até outubro, alcançando R$ 3,8 bilhões, com destaque para aplicações nas áreas de transporte, urbanismo e educação. Em relação à inflação, medida pelo IPCA, São Luís acumulou variação de 3,44% no ano, abaixo da média nacional de 3,92%. Em novembro, a capital maranhense registrou deflação de 0,05%, indicando contenção dos preços no curto prazo. O boletim também aponta avanços no mercado de trabalho. A taxa de desocupação no Maranhão caiu para 6,1% no terceiro trimestre, a menor entre os estados do Nordeste. A população ocupada cresceu 3,6%, totalizando 2,7 milhões de pessoas, enquanto o emprego formal gerou 33,9 mil vagas até outubro, com contribuições de todos os setores da economia. O Boletim de Conjuntura Econômica Maranhense está disponível na íntegra no site do IMESC (www.imesc.ma.gov.br), reunindo informações detalhadas sobre crédito, financiamento imobiliário e investimentos públicos e privados no estado.

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Maranhão registra saldo positivo de 2,4 mil empregos formais em novembro de 2025

O Maranhão encerrou o mês de novembro de 2025 com saldo positivo de 2.414 empregos formais, conforme dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). O resultado decorre de 21.754 admissões frente a 19.340 desligamentos.As informações constam na Nota de Mercado de Trabalho Maranhense, elaborada pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) e lançada na última sexta-feira (09).O material aponta que, na análise setorial, três segmentos apresentaram desempenho positivo na criação de vagas: o Comércio, que liderou o saldo de empregos, com 1.336 vínculos formais, seguido pelos Serviços, que registraram 1.228 novos postos, e pela Construção, com saldo de 269 vagas. Em contrapartida, a Indústria e a Agropecuária apresentaram retração, com perdas de 267 e 152 postos de trabalho, respectivamente.No setor do Comércio, destacaram-se as atividades de Comércio Varejista de Artigos do Vestuário e Acessórios, responsável pela geração de 256 vínculos; Hipermercados, com 112 vagas; e Comércio Varejista de Combustíveis para Veículos Automotores, com saldo positivo de 92 empregos.Já no setor de Serviços, a expansão do emprego foi impulsionada, principalmente, pelas atividades de Regulação das Atividades de Saúde, Educação, Serviços Culturais e Outros Serviços Sociais, que criaram 354 vagas, além das Atividades de Teleatendimento, com 132 novos vínculos. Na Construção, os principais destaques foram as áreas de Instalação e Manutenção Elétrica, com 159 postos gerados, e Construção de Estações e Redes de Distribuição de Energia Elétrica, com saldo de 73 vagas.Para o presidente do Imesc, Dionatan Carvalho, os resultados refletem a trajetória positiva do mercado de trabalho maranhense. “O Maranhão continua avançando na geração de empregos. São onze meses seguidos de saldo positivo, puxados principalmente pelo Comércio, Serviços e Construção. No ano, já ultrapassamos a marca de 35 mil novos empregos formais”, destacou.No acumulado do ano até novembro, o Maranhão contabilizou 35.868 admissões líquidas. Com esse resultado, o total de trabalhadores com carteira assinada no estado alcançou 694.643 pessoas.A publicação completa pode ser acessada no site do Instituto: www.imesc.ma.gov.br.

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Economia do Maranhão cresce acima da média nacional no 3º trimestre de 2025

A economia do Maranhão apresentou crescimento de 4,2% no terceiro trimestre de 2025, conforme dados do PIB Trimestral do Maranhão, divulgados na última terça-feira (06) pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc). O resultado foi superior ao registrado no Brasil (1,8%) e no Nordeste (2,4%). No acumulado dos trimestres de 2025, a economia maranhense alcançou expansão de 3,9%, permanecendo acima das taxas nacional (2,4%) e regional (2,5%). O resultado positivo reflete a continuidade dos investimentos públicos e privados em diversas atividades econômicas, que têm sustentado um bom ritmo de crescimento no estado. Esse cenário também se traduz em forte geração de empregos e renda, o que reforça a expectativa de que o Maranhão encerre o ano de 2025 com crescimento econômico próximo de 4,0%. “O cenário observado ao longo do ano evidencia um ambiente econômico mais estável e favorável no Maranhão, resultado de um conjunto de fatores que têm contribuído para a ampliação da atividade econômica. Esse movimento tem impacto direto na vida da população, ao fortalecer o mercado de trabalho, estimular a renda e criar condições mais sólidas para o planejamento e a tomada de decisões, tanto do poder público quanto da iniciativa privada”, afirma Dionatan Carvalho, presidente do Imesc. Na análise por setores, a agropecuária maranhense iniciou 2025 como o principal motor do crescimento econômico estadual, com expansão de 19,2%, percentual superior ao registrado no Nordeste (11,2%) e no Brasil (10,1%). A colheita de grãos tem sido determinante para esse desempenho, especialmente o cultivo da soja e de outros grãos. Mantido esse ritmo, a perspectiva é de que o campo maranhense encerre 2025 com avanço em torno de 12,4% na produção total de grãos, resultado acima da média esperada para o Nordeste (8,3%). A indústria foi o segundo setor que mais contribuiu para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Maranhão no terceiro trimestre de 2025. O setor registrou variação de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado, resultado 7,1 pontos percentuais acima do Brasil (1,7%) e 6,7 pontos percentuais superior ao Nordeste (2,1%). No período, todas as atividades industriais apresentaram crescimento, com destaque para as “Indústrias de Transformação” (22,1%), seguidas pelas “Indústrias Extrativas” (3,2%), “Construção” (3,6%) e “Água, esgoto e energia” (2,3%). A expectativa é que a indústria maranhense encerre 2025 com crescimento superior a 10,0%. O setor de serviços apresentou desempenho mais moderado no terceiro trimestre de 2025, com crescimento de 1,0%, ficando ligeiramente abaixo dos resultados do Nordeste (1,4%) e do Brasil (1,3%). Entre as atividades que mais contribuíram para o resultado estão “Outras atividades de serviços” (4,5%), “Comércio” (2,9%) e “Atividades imobiliárias” (2,3%). A projeção é de que os serviços no Maranhão encerrem 2025 com crescimento em torno de 1,0%, percentual próximo ao esperado para o Brasil (1,8%) e para o Nordeste (1,6%). atOptions = { “key” : “8624fce98c48f025d0d27e153b7b473b”, “format” : “iframe”, “height” : 250, “width” : 300, “params” : {} };

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